quarta-feira, novembro 14, 2007

Gazeta Mercantil

Na edição desta segunda-feira (12) do jornal Gazeta Mercantil foi publicada matéria sobre Silvio Ramos e o Projeto MaTaJuSi. A matéria, que ocupa 75% da editoria Plano Pessoal, conta mais detalhes do projeto e algumas curiosidades. Para quem não teve a oportunidade de acompanhar, segue abaixo a matéria scaneada.



terça-feira, novembro 06, 2007

Surfando ondas no retorno ao Pier 26!

Confira na nossa coluna na Nautica Online!

MaTaJuSi na TV

Silvio estará participando do programa Fique Rico da TV Ideal, novo canal de televisão da Abril na TVA, onde grandes executivos revelam como chegar ao sucesso financeiro.

Em um bate-papo bem descontraído, ele e a apresentadora Anne Dias, falam sobre o Projeto MaTaJuSi.

O programa vai ao ar no próximo dia 19 as 22:30hs. Quem não puder assistir pode acessar o site da TV Ideal (http://www.idealtv.com.br/) depois dessa data e assistir pela internet.

sábado, novembro 03, 2007

Projeto Matajusi na Estreia da Gazeta Mercantil!

Fabiana Gitsio, jornalista responsável pela contra-capa da Gazeta Mercantil fez entrevista de 4 horas no escritório da Harte-Hanks com o time do Projeto Matajusi, incluindo Silvio Ramos, Lilian Monteiro e Vanessa Parolin para artigo da contra-capa na publicação de estreia da Gazeta Mercantil no dia 12 de Novembro.

Fabiana estava tremendamente preparada para a entrevista e havia lido praticamente tudo que o Silvio já havia escrito ou dito sobre o projeto, fêz perguntas muito pertinentes e afiadas. Estamos ansiosos para ler o artigo final no dia 12!

Rei morto, rei posto, no caso, rainha...

Essa é a Vanessa Parolin, nossa mais nova colaboradora. Ela tem 18 anos, cursa o primeiro ano de Jornalismo na Faculdade Anhembi-Morumbi e está sendo treinada para ser minha assistente durante a volta ao mundo, um desafio enorme que inclui: cuidar das minhas coisas pessoais e profissionais; ser o contato entre a empresa e o barco; cuidar dos patrocinadores e empresas de apoio; manter o relacionamento com as diversas mídias que divulgam nosso projeto; cuidar da documentação e arranjos com cada porto visitado; além de manter nosso site e preparar press-releases para divulgação na mídia.


Se não fosse o bastante, ela ainda cuida das apresentações da Tatiana Ramos (Jaez), minha filha, que acabou de fazer o lançamento de seu CD New Star Hotel ao vivo na TV COM (RBS/GLOBO) de Florianópolis.

A Vanessa substitui a Susan, que depois de 7 meses trabalhando no projeto, decidiu sair.

Vamos lá Vanessa, sabemos que não é facil e que vai precisar de alguém especial para tocar tudo isso, mas estamos torcendo por você!

segunda-feira, outubro 22, 2007

Manutenções e Novos Equipamentos!

Depois de dois meses e meio atracado no Joinville Iate Clube, preparei esse relato com algumas das correções de problemas na parte eletrica/eletronica do barco, além da instalação de novos componentes.

Nos nossos relatos temos citado as inúmeras melhorias e correções que temos identificado nos testes feitos até o momento no MaTaJuSi. Nesses próximos relatos, vou discutir essas melhorias e o que esperamos conseguir com essas mudanças. Esse é um assunto extenso, então vamos dividir em múltiplos relatos.

A minha lista tem mais de 70 itens, desde correções e modificações, a equipamentos e funções novas. Para ajudar a organizar os trabalhos, preparei uma planilha com cada item, e identifiquei a característica desses itens para definir que tipo de prestador de serviço seria preciso para cada área de trabalho. As áreas identificadas foram: elétrica, hidráulica, marcenaria, fibra, mecânica e mastreação.

Nesse relato vamos nos ater à área elétrica.

A mudança mais importante e necessária foi a troca do fio de alimentação de energia do piloto por um fio exclusivo e de maior dimensão (10mm), pois um dos piores problemas com o barco era o piloto perder o rumo com freqüência. Ainda não testamos o resultado dessa mudança, mas estaremos discutindo isso nas próximas colunas na medida em que voltamos aos testes com o MaTaJuSi. Coincidentemente, a revista Yatching World do mês de Agosto reporta esse tipo de problema principalmente nos pilotos modelo ST600x e sugere a revisão na dimensão dos fios.

A troca do cabo do radar, que desconfiamos ter sido pinçado quando a antena se soltou na Semana de Vela de Ilhabela. A placa queimou e, por segurança, decidi trocar o cabo. Troquei também o suporte basculante da antena do radar, para diminuir o perfil da antena, principalmente quando a genoa troca de bordo.

A instalação do VHF principal, um Icom M504. Esse rádio suporta também intercom, hailer, e um comando remoto com acesso a todas as funções do rádio (Command III) permitindo o uso do rádio de dentro da cabine e do cockpit. O hailer pode ser usado como buzina ou apito, assim como para falarmos dentro e fora do barco em altura que possa ser ouvida a distâncias mais longas. Isso vai ajudar às instruções do comandante serem ouvidos pelos tripulantes. O intercom permite a intercomunicação entre a cabine e o cockpit. Com isso, agora temos VHF nas duas rodas de leme. Como temos o rádio a bombordo e o acelerador a boreste, tínhamos que usar um VHF portátil quando manobrando o barco dentro de marinas e portos, hora em que queremos ter o VHF disponível.

A instalação de luzes, principalmente dentro da área do motor, paiol de popa onde todo o sistema de leme funciona, dentro dos armários e no painel de eletricidade. Isso facilitará qualquer manutenção nessas áreas. Até então, eu estava usando uma dessas lanternas presas com elástico na testa. Nessas áreas mais escuras, instalamos uma luz de led a pilha (roxa) que acende com um toque, para o caso de acabar energia e precisarmos trabalhar em acertos no escuro.

Instalamos também mais uma bomba de porão, uma Rule 2000, com capacidade de 2000 galões/hora. Ela foi ligada com automático, mais ligação direta chaveada e servirá para esgotar volumes altos de água no barco. Até então, estávamos somente com uma bomba de 1500 galões/hora. Usamos duas saídas diferentes, uma para cada bomba, para evitar afunilar muito o volume de água, reduzindo assim a capacidade total de esgotamento.

Instalamos mais dois ventiladores, um na sala, apontado para a cozinha, que, além de refrescar o barco internamente, também vai ajudar a empurrar a fumaça e cheiro da cozinha para fora da cabine e o outro instalado na cabine de proa.

Fizemos uma ligação direta do exaustor do compartimento do motor, pois antes, quando se desligava a chave do motor, o exaustor era também desligado e com isso, não conseguíamos expelir os gases e o ar quente do compartimento do motor, depois do motor desligado.

Foram adicionadas mais algumas tomadas de DC, do tipo acendedor de cigarro, para suportar o uso de equipamentos como aspirador de pó, GPS portátil, carregador de celular, entre outros equipamentos.

Refizemos a instalação dos alternadores, baterias e chaves de baterias, pois um problema que tive algumas vezes foi perder a bateria do motor, mesmo com ela desligada. Outro problema foi não conseguir determinar que carga estivesse mandando cada alternador para cada banco de bateria. Como temos dois alternadores, dedicamos o original do motor (80 amps) para a bateria do motor e o Balmar (100 amps) para os dois bancos das baterias de serviço. Temos a opção de chavear cada um dos alternadores para todos os bancos, no caso de perdermos um alternador. Outra modificação foi a instalação de dois amperímetros de 100 amps cada, para medir a carga de cada alternador para seu banco dedicado de baterias e de um voltímetro dedicado para a bateria do motor, assim conseguimos ver quanta carga ela tem antes de dar a partida. Além disso, temos um medidor que nos diz quanta carga tem cada banco de bateria de serviço, e quantos amps estamos gastando de consumo. Podemos também conectar os bancos de serviço para ajudar a bateria do motor no caso desta estar baixa demais para dar a partida.

Para ajudar com o consumo de energia, instalamos 3 placas solares Unisolar US-32 de 32W ou 2 amperes cada. Isso nos dará 6 amperes de carga no pico do sol e deve ser o suficiente para tocar os eletrônicos sem tirar carga das baterias. Preferimos separar as placas para evitar problemas com ventos mais fortes.

Instalamos um equipamento de som, com CD, FM/AM, Estações de Tempo, dois alto-falantes internos e dois no cockpit; um monitor flat LG 15, que funciona com 12 volts, assim podemos conectar ele direto na tomada DC e não precisamos ligar o inversor. Com isso, agora temos reprodução dos equipamentos eletrônicos fora (no E80) e dentro (no monitor) do barco, além de podermos usar o notebook também para monitorar o barco. Usamos o DVD do notebook e já assistimos muitos filmes no barco durante Agosto, onde passamos praticamente o mês todo embarcados e atracados no Joinville Iate Clube. Outro equipamento instalado foi a tomada do microondas na cozinha. Quando atracados, podemos usar a energia da marina para cozinhar, economizando assim o precioso gás de botijão.

Para suportar o terra do SSB e do antena tuner, instalamos um Dynaplate grande embaixo no casco, na altura do poçeto de exaustão de água no centro do barco. Conectamos também cabos de terra de 10 mm em todas as ferragens abaixo da linha d’água. Esses cabos foram conectados ao fio terra puxado para uso somente do SSB e do Antena Tunner, separando-os assim do terra do barco, que serve aos outros instrumentos. Com isso esperamos acabar com a interferência que o SSB estava tendo nas lâmpadas de led que indicam equipamentos em uso, pois elas piscavam quando acionávamos o botão de transmissão do SSB. O correto para esses terras seria uma fita de cobre de 3 polegadas, mas como o barco não foi construído já com elas posicionadas, fica impossível passá-las depois dos contramoldes colados ao casco. Tendo a possibilidade de se construir um barco novo, não esquecer desse item. Foram também puxados cabos de força diretos da bateria para servir o SSB, evitando-se assim, roubar corrente dos outros instrumentos do barco quando transmitindo.



Para a identificação de navios, instalamos um AIS passivo, interconectado com nosso radar e equipamento de navegação, assim podemos ver os navios identificados pelo AIS representados na tela do radar, juntamente com outros alvos captados pelo sistema MARPA. O AIS utiliza uma antena VHF, então instalamos uma segunda antena VHF, essa última na targa, servindo o AIS e o rádio VHF Raymarine, de uso no cockpit. Além disso, para se conseguir acordar a tripulação em caso de qualquer alarme, instalamos um alarme de alta potência dentro da cabine.



O barco foi construído com suporte para energia externa apenas de 110V, mas, muitas marinas, principalmente fora do Brasil, usam somente 220V, então instalamos um transformador de 220V para 110V e vice-versa, que permitirá o uso de qualquer fonte de energia. Na popa, instalamos duas entradas de energia, uma 110V e uma 220V. Internamente, o barco usa equipamentos de 110V, principalmente porque um choque de 110V tem menos potência do que um choque de 220V, mas também porque quando montamos o barco, ficava mais fácil encontrar equipamentos 110V em São Paulo.

Trocamos a luz de navegação e ancoragem, que era de luz incandescente, por uma luz led com estrobo. Com isso esperamos reduzir em 2 amps/hora o consumo da luz de navegação. Além da lâmpada de navegação, que veio quebrada de fábrica, trocamos também 5 das 23 lâmpadas Optolamp de bordo, pois queimaram. Interessante essas lâmpadas queimarem com tão pouco uso, afinal, a literatura diz que são lâmpadas para 3000 horas. Com a política da Optolamp de somente trocar as peças em garantia pelo correio, acabamos ficando sem saber por que essas lâmpadas estão queimando. Depois da ultima troca, já tenho mais 5 lâmpadas piscando, sinal de que vão também queimar. Do lado do barco, já medimos tudo relacionado às instalações dessas lâmpadas, mas elas continuam queimando. Fica aqui um novo convite à Optolamp para uma necessária revisão da sua política de garantia dos seus produtos, e para me garantir, vou trocar metade das lâmpadas de led por lâmpadas incandescentes, onde posso pelo menos trocar as lâmpadas que queimarem, sem ter que trocar a luminária inteira.

Para finalizar, instalamos um marcador led de quantidade de água nos tanques, que com um toque, mostra leitura de cada tanque além de um controlador de cargas vindas de equipamentos como placas solares, geradores eólicos e geradores de arrasto movidos a hélice, além de uma placa de fibra feita sob medida pela ILS para ficar em cima da targa e receber antenas de GPS, satélite, VHF reserva, placas solares, o hailer, e outros equipamentos mais que venham a ser necessários para nosso conforto e segurança.

segunda-feira, outubro 15, 2007

Por onde tenho andado...

Muitos me perguntam se seus nomes saíram da lista de distribuição do blog, outros simplesmente por que não tenho escrito nos últimos dois meses. O fato é que o Matajusi está em manutenção desde o dia 4 de Agosto e continua!


Nesse meio tempo ocorreu o niver do Marcio, meu filho, que completou 20 anos e contou com a presença de seu padrinho Marcio Dottori.
Em seguida tivemos o niver da Tatiana, minha filha, que completou 28. Comemoramos na minha casa em Juquehy.

Depois teve o meu niver de 59 anos.

... e nesse meio tempo vai para Joinville, volta de Joinville e vai e volta, e a manutenção continua.

Nesta foto estou levantando o Gunther no mastro para instalar o estai da trinqueta.

Abaixo, muitas partes do barco desmontadas e em manutenção; e a balsa salva-vidas de 6 lugares (em cima do pier), que comprei da Izabel Pimentel, que precisa de uma menor.


Mas como podem ver, essa foto é de hoje e a manutenção continua...


Caso consiga terminar e testar o barco a tempo, pretendo correr a regata Santos X Rio em solitário (pela primeira vez no Brasil, organizada pelo Andre Homem de Mello) no dia 27 de Outubro. Se o barco estiver bom e seguro, vamos começar a nos despedir...


segunda-feira, agosto 20, 2007

Matajusi passa o final de semana no Iate Clube de Capri:

Com Gunther e Guilherme Weber a bordo, navegamos o MaTaJuSi do Joinville Iate Clube até o Capri Iate Clube, onde fomos recepcionados pelo Comodoro Luiz Sergio Valle, que é também Diretor Executivo do Grupo Nutrimental, empresa apoio do Projeto MaTaJuSi.







Passamos o final de semana no Capri, com uma convidada nova a bordo, a Jeannette Buschle, sócia da ILS que dormiu pela primeira vez a bordo de um RO 400.
Um lugar bem aconchegante, onde todos são muito simpaticos, o Capri Iate Clube nos recebeu de braços abertos.
Na segunda pela manhã, fomos de Matajusi-2 (botinho laranja) passear nos mangues do Capri.
Passeamos no meio de carangueijos vermelhos, garças, martin-pescadores, gaviões, pica-paus, enfim, muita natureza bonita.


Eu, vestido de explorador de mangue, com o laranjinha atrás...

quarta-feira, agosto 15, 2007

Silvio foi entrevistado ao vivo pelo programa Estúdio 36


Os residentes em Santa Catarina puderam assistir ao vivo a entrevista de Silvio Ramos no programa Estúdio 36, que foi ao ar pela emissora local da Rede Globo em Florianópolis, a TVCOM/RBS.

O programa é apresentado por Cinthia Albuquerque todos os dias da semana, às 21h30.

quarta-feira, agosto 08, 2007

Viagem à Joinville:


Começamos a viagem do Guarujá a Joinville no dia 3/8/07 conforme agendado, mas não conseguimos sair às 9:30, pois a RedeTV veio fazer uma filmagem da saída. Saímos às 14:30hs, depois da filmagem com mar calmo, vento favorável e barômetro estável, com motor ajudando, andando a 7.5 nós.
Com Marcio, meu filho, Paulo Fax, meu amigo e companheiro de velejadas, e Lilian Monteiro, tripulante titular do MaTaJuSi, demoramos 25hs para chegar em São Francisco do Sul. Tivemos em geral mar calmo, com alguma nebulosidade.
Já próximos a baia de São Francisco, com nevoeiro mais intenso, todos de olho...

Encontramos pinguins pelo caminho, além de uma foca que, de tão rápida, não conseguimos fotografar.


Nos vestimos com a camisa oficial do MaTaJuSi para o encontro com o pessoal nos recepcionando...
MaTaJuSi ancorado na baia de São Francisco, retorna ao seu local de nascimento...

Atracado no pier do Joinville Iate Clube. Tudo excelente por aqui! Bom pier, bons banheiros, rede wireless, bom restaurante, bomba de gasolina e diesel, além de um pessoal super camarada...


Uma volta pela cidade com Lilian e meu filho Marcio. Fiquei super contente com a vinda dele na viagem! Foi ótima companhia e boa ajuda também.

Comprei uma rede do tipo tarrafa, e estou praticando arremesso, que aprendi com meu pai a meio século atrás...


Mas, trabalho faz parte do nosso projeto. Aqui, respondendo a uma RFP de prospect novo...

Foto mostrando a antena do SSB do topo do mastro ao final do turco central da targa, conectada ao antena tuner AT 140 da ICOM.

Conseguimos nossas primeiras conexões via SSB/Telefone, suportadas pelo amigo Marcelo Richter. Falamos com minha mãe, mãe da Lilian, e fizemos uma conferência com nosso time na Harte-Hanks.